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16 de novembro de 2022Academia de Letras do Vale do Iguaçu recebe novos membros

A Academia de Letras do Vale do Iguaçu, ALVI, ganhou cinco novos membros.
Existente desde o ano 2000, a ALVI, presidida por Roberto Domit de Oliveira realizou na noite deste sábado,12, a sessão solene de posse dos novos acadêmicos.
Agora também fazem parte do seleto grupo de 40 membros, Emílio Bortolini Neto, Karim Siebeneicher Brito, Eros José Sanches, Neide Barth Rosenscheg e Carlos Roberto Rodrigues Silva.A solenidade conduzida cuidadosamente por Aluízio Witiuk, foi acompanhada por membros, autoridades, amigos e familiares e contou com momentos de grande emoção, como descreve a nova acadêmica Karim Siebeneicher Brito, “Quem caminha comigo sabe que este ano de 2022 tem sido extremamente marcante em minha vida, trouxe o encerramento de alguns ciclos e com eles grandes dificuldades. Neste momento desafiador, sou grata aos colegas, que me recebem com carinho para juntos continuarmos a criar, guardar a arte, a memória e a linguagem de nossa letra e também de nossa terra,” afirma Brito.Neide Barth Rosenscheg relata em sua primeira fala como acadêmica da ALVI que a literatura a acompanha desde pequena e que este momento é de grande honra para ela, “Escrevo literatura desde que aprendi a escrever do jeito que eu conseguia, sem saber nem o que era estilo literário, soube somente depois de encontrar a professora Fahena antes mesmo de ter faculdade” explicou. O novo acadêmico Carlos Roberto Rodrigues Silva afirma que fazer parte deste grupo seleto de pessoas é uma grande responsabilidade, “O sentimento que me toma neste momento é o de responsabilidade, a medida que sigo no caminho do conhecimento vou sendo chamado a assumir responsabilidades que superam e muito a ideia que fazíamos no inicio da nossa vida acadêmica” afirma. Padre Emílio Bortolini Neto, assume a Cadeira de número 9 na Academia, cadeira cujo seu primeiro ocupante foi Dom Walter Michael Ebejer, primeiro bispo da Diocese de União da Vitoria. Ele faz uma analogia durante a sessão solene referindo o número de sua cadeira a situações que envolvem sua vida e afirma estar muito bem colocado, “Esse número da cadeira me alegra e honra, pois é o número dos frutos do Espírito Santo, são nove os meses de gestação do ser humano… E além deste simbolismo, ela me coloca exatamente entre a cadeira número 8 que é da professora Fahena Horbatiuk, minha professora, e foi quem sugeriu meu nome para a academia e a de número 10, cadeira ocupada por meu pai, fiquei bem colocado, muito bem posicionado no time”, explicou.
O primeiro acadêmico autodidata foi o último a fazer uso da palavra, o militar Eros José Sanches falou sobre o autodidatismo, “O autodidatismo é uma escolha mais apaixonada do que inteligente. Um arroubo com certa dose de rebeldia” afirma.

